Agora é sua vez… Vai se libertar?!

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E agora? Será que a marcha engata e a gente para de ir andando e freando como nos desenhos animados quando as pessoas não sabem dirigir? Será que agora a vida resolve ir em frente junto da gente e do nada resolvemos parar de fazer uma besteira aqui e acolá? Os outros nunca fizeram muita diferença, mas o peso que ela dava vai sair de vez. Agora as conversas talvez tenham cada vez mais o nome dela, ou as aventuras nem sejam mais tão especiais. Agora quem sabe não tenhamos nunca mais de ter um porque fazer e só fazer já seja algo muito especial. Afinal, o peso de uma capa não pra qualquer um. São necessárias lutas e histórias, mais que contos, histórias de vida.
Não sei nem o porquê os textos saem assim repletos de toques cacofônicos quando o assunto é a nossa jornada. Sem dúvidas, sem nenhuma mesmo, somos estranhos o suficiente pra simplesmente só viver e quando a percepção dessa vivência não nos agrada muito a raiva vem e consome parte desta nossa metade. E a tristeza se esboce com mais facilidade na outra, porque é assim não é? A gente se construiu em metades, foi a melhor coisa do mundo, pois, quando o encontro se fez tudo que tivemos que fazer foi unir as metades e fazer um único ser. E que junção! E que fusão, não houve plateia, não teve aplausos. Só lembro dos sussurros aqueles de 00:00 á 01:00 da manhã. Bom desenho, bela história.
Longe das aberrações, longe das maldades e longe da normalidade. A maldade pode ter sido um acalento por anos, contudo, algumas vezes ela não é o melhor berço, não faz esvair o que realmente deve sair desse corpo tão marrento, é por isso que a gente é tão parceiro. Então fala. Falar de vez em quando é bom, gritar é melhor ainda. Então grita quando a vontade apertar. Não diga que há outros a quem se pode falar, machuca, trinca a metade do espelho que é triste por você. Não há mais amores, não há mais perdões, não há mais desculpas, as cobranças foram embora e todas as coisas que tornavam todo um reflexo em uma disputa foram embora.
Então, e então. Seu último teste, sua liberdade a um passo, sua vida em uma última quest… E agora, quem vai falar mais alto? Quem é que vai mandar e desmandar, quem é que vai definir quem é que pode? Então, me leva contigo nessa disputa? Então abre a mente mais um pouco e enxerga que não foi um soldado, foi um pequeno batalhão

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