Ser teu pão, ser tua comida…

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Matar a sede na saliva já diria Cazuza, já cantou Cássia Eller e milhões já reescreveram, reeditam e transpassaram de “n” maneiras. É incrível perder três minutos de vida. Perderia três anos se fosse ao seu lado. Eu perderia três vidas se fosse possível voltar e perder mais seis. É incrível como lábios distantes se encontram e se cruzam, como  tudo parece ir embora ou simplesmente congela. E como toda linha que se tenta escrever parece mais um encontro errôneo de tons e tiques estranhos da estranheza do estranhar mais comum de todo o universo. Está ai, a ação mais comum do mundo “O beijo”, ato corriqueiro pra alguns e libertador para outros.

Um beijo é capa de revista, ápice de cinema, marca de paz no pós-guerra. Beijo sela, beijo quebra, morre e faz viver. Nos quadrinhos ou nos contos de fada. Me diz ,onde ele não esta presente? Pra levar a noiva pra casa, tem que beijar, depois de salvar a mocinha, tem que beijar também. É CLÍMAX, é lindo. É uma dança, uma introdução é poesia.

Um suicídio moral no meio da rua ou um segredo atrás da escola. Não tem lugar pra selar, linguar, esquentar e se jogar. Não faltam neologismo pra um atinho assim qualquer.

O que eu não venderia? O que eu não compraria pra te selar e cima a baixo, de lá pra cá todas as horas do seu dia? Descobri qual era o remédio que me vai dar alegria.

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